All for Joomla All for Webmasters
Edições
Ociosidade da indústria da construção atinge menor nível desde 2015 - Revista Fundações
15084
single,single-post,postid-15084,single-format-standard,ajax_fade,page_not_loaded,smooth_scroll,,qode-theme-ver-2.2,wpb-js-composer js-comp-ver-4.11.2.1,vc_responsive

Ociosidade da indústria da construção atinge menor nível desde 2015

08:00 02 março in Matérias, Site
Segundo a CNI, 60% da capacidade da indústria da construção civil está em uso
Ociosidade na construção civil

Esta matéria é da Agência Brasil. A reprodução dela neste site faz parte do clipping da editora Rudder.

Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

 

A ociosidade da indústria da construção recuou em janeiro para 40%, nível que, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), é o menor desde julho de 2015. De acordo com a sondagem do setor divulgada na quarta-feira (28) pela entidade, o nível de utilização da capacidade de operação do setor marcou 60% em janeiro.

Apesar de estar três pontos percentuais abaixo da média histórica para o mês, este percentual está dois pontos acima do registrado em dezembro, e cinco pontos acima do registrado em janeiro do passado.

O nível de atividade e o número de empregados registraram queda em janeiro, atingindo respectivamente 45,6 e 43,9 pontos. Esses indicadores variam de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam crescimento e abaixo, queda. Na comparação com janeiro do ano passado, os indicadores cresceram, respectivamente, 6,3 e 5,5 pontos.

O Índice de Confiança do Empresário da Construção caiu, passando de 57 pontos em janeiro para 56,3 pontos em fevereiro. De acordo com a CNI, o fato de o índice seguir acima dos 50 pontos “sinaliza confiança dos empresários do setor da construção”.

O indicador de expectativa caiu 1,6 ponto, atingindo 59,8 pontos. O indicador de condições atuais aponta para piora das condições correntes de negócio, mantendo-se estável em 49,1.

O indicador de intenção de investimento permaneceu estável em 32,1 pontos em fevereiro. Quanto maior o índice, que varia de 0 a 100, maior é a intenção de investimento.

Edição: Lidia Neves

Editora Rudder

redacao@revistafundacoes.com.br