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Emprego na construção brasileira cresceu 0,74% em abril
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SindusCon-SP: Emprego na construção brasileira cresceu 0,74% em abril

08:00 20 junho in Matérias, Site
Apesar do resultado positivo, emprego na construção ainda demorará muito para iniciar uma trajetória consistente de crescimento
emprego na construção

Esta nota é do Sinduscon-SP. A reprodução dela neste site faz parte do clipping da editora Rudder. 

Por Enzo Bertolini

O nível de emprego na construção civil brasileira cresceu 0,74% em abril na comparação com março. Com a contratação de 17.030 trabalhadores, o estoque foi de 2.312.636 para 2.329.666. Na comparação com abril de 2017, houve queda de 2,43% (-58.141).

Ao se desconsiderar os efeitos sazonais*, o emprego registrou -0,09% em abril na comparação com março (-2.080).

Os dados são da pesquisa realizada pelo  SindusCon-SP em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE).

A elevação do nível de emprego da construção em abril, embora positiva, não revela uma tendência, segundo o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto. “Seguimos com menos trabalhadores empregados, na comparação do acumulado neste ano com o do ano passado. A escassez de novos contratos para a realização de obras e a queda das expectativas para o desempenho do PIB em 2018 mostram que o emprego na construção ainda demorará muito para iniciar uma trajetória consistente de crescimento”, comenta.

Segmentação
Em abril, na comparação com março, todos os segmentos registraram alta. As maiores altas foram em Infraestrutura (0,93%), Imobiliário (0,91%) e Engenharia e Arquitetura (0,68%).

Na análise de 12 meses, houve queda em quase todos os segmentos, exceto Engenharia e Arquitetura (3,20%). As maiores baixas foram em Imobiliário (-4,75%), Obras de acabamento (-3,88%) e Incorporação de imóveis (-3,28%).

Por regiões
Na estratificação por regiões, os resultados de abril na comparação com o mês anterior mostram elevação do emprego nas regiões Norte (0,67%), Sudeste (0,90%), Sul (0,72%) e Centro-Oeste (1,80%). A exceção foi o Nordeste, com queda de -0,07% nas contratações.

No Sudeste todos os estados registraram alta: Minas Gerais (1,52%), São Paulo (0,74%), Espírito Santo (0,68%) e Rio de Janeiro (0,62%).

No Centro-Oeste, a alta foi puxada por Mato Grosso (3,23%), seguido de Goiás (2,40%) e o Distrito Federal (1,11%). Na outra ponta, Mato Grosso caiu 0,26%.

Na região Sul todos os estados tiveram elevação no emprego: Santa Catarina (1,44%), Rio Grande do Sul (0,63%) e Paraná (0,25%).

No Nordeste, puxaram o resultado para baixo os estados da Bahia (-0,78%), Pernambuco (-0,69%) e Maranhão (0,39%). Por outro lado, as maiores altas no emprego foram em Alagoas (1,79%), Rio Grande do Norte (1,31%), e Sergipe (0,67%).

Na região Norte, apenas Roraima (-2,15%) teve baixa. As maiores elevações na contratação de trabalhadores foram em Amapá (2,71%), Tocantins (1,57%) e Acre (1,24%). Maior estado do Brasil, o Amazonas teve alta de 0,33%.

Estado de São Paulo
Em abril houve alta de 0,74% no emprego em relação ao mês anterior (4.739). O estoque de trabalhadores foi de 644,02 mil em março para 648,7 em abril. Em 12 meses são menos 22.097 trabalhadores no setor (-3,29%). Desconsiderando a sazonalidade**, houve redução de 0,21% (-1.352 vagas).

Na comparação com o mês anterior, todos os segmentos da construção apresentaram elevação em seus resultados, sendo as maiores em Infraestrutura (0,85%), Obras de acabamento (0,76%) e Obras de instalação (0,74%).

Na capital paulista, que responde por 43,45% do total de empregos no setor no estado, houve alta de 0,47% em abril em relação ao mês anterior (1.321 vagas). Em 12 meses, São Paulo registra retração de 3,64% (-10.657 vagas).

Entre as Regionais do SindusCon-SP as maiores altas foram em Santos (3,03%), Bauru (1,88%) e São José dos Campos (1,50%). Registraram queda Presidente Prudente (-068%) e Ribeirão Preto (-0,46%).

 

 

Editora Rudder

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