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Estudantes do MIT reaproveitam garrafas plásticas para criar concreto mais resistente - Revista Fundações
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Estudantes do MIT reaproveitam garrafas plásticas para criar concreto mais resistente

08:00 08 novembro in Matérias, Site
A técnica resulta em um concreto 20% mais forte e mais durável
DIVULGAÇÃO MIT

Este texto é do site do Ciclo Vivo. A reprodução dele neste site faz parte do clipping diário da editora Rudder.

Há poucos meses, uma reportagem do The Guardian mostrou que o mundo hoje compra um milhão de garrafas de plástico por minuto. Apesar da difícil mensuração, é certo que centenas de bilhões de lixo plástico estão sendo descartadas e indo parar, adivinhe só, no Ártico. É um situação realmente preocupante, por isso estudantes do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos Estados Unidos, estão buscando uma solução mais adequada para este material tão danoso.

A ideia é reutilizar resíduos de garrafas de plástico para reforçar o concreto da construção civil. A técnica resulta em um concreto 20% mais forte e mais durável do que o tradicional e ainda é uma maneira de usar o lixo que seria descartado.

Transformar os resíduos plásticos em um pó fino é um dos processos para adicionar o material à composição do que é basicamente uma mistura de mistura de cimento, água, pedra e areia. Material usado largamente em todo o mundo, o concreto corresponde a cerca de 4,5% das emissões de CO2 provocadas pelo homem, segundo o MIT News. A fabricação deste novo método, que adiciona plástico reciclado, reduziria os danos ambientais que este material causa no meio ambiente.

“Há uma enorme quantidade de plástico que é depositado no aterro a cada ano”, afirma Michael Short, professor assistente do Departamento de Ciências e Engenharia Nucleares do MIT. “Nossa tecnologia tira o plástico do aterro sanitário, transforma-o em concreto e também usa menos cimento para fazer o concreto – o que gera menos emissões de dióxido de carbono. Isso tem potencial de retirar os resíduos de aterros e, para edifícios, poderá ajudar realmente ajudar a tornar [as construções]mais fortes”, acrescenta o professor.

Mais detalhes sobre a tecnologia pode ser visto, em inglês, aqui.

Redação CicloVivo

Editora Rudder

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